
As férias trazem mudanças de rotinas e, muitas vezes, uma pausa na terapia. Ainda assim, isso não tem de significar “perder” o que a criança conquistou. Na verdade, com um plano simples e realista, é possível manter a continuidade terapêutica nas férias e até reforçar competências em contextos reais, sem pressão e sem sobrecarregar a família.
Além disso, quando a família sabe exatamente “o que fazer” e “com que objetivo”, o dia a dia torna-se mais leve. Por isso, o foco não é fazer mais, é fazer melhor: pequenas rotinas, consistentes, alinhadas com a terapeuta e adaptadas à vossa realidade.
Durante o ano, a terapia cria estrutura, repetição e previsibilidade. Consequentemente, quando há uma pausa, algumas crianças podem:
No entanto, isto não significa “regressão” inevitável. Pelo contrário, muitas vezes é apenas uma necessidade de reajuste ao novo contexto. Assim, o segredo está em manter alguns pilares, mesmo que em versão “mini”.
Manter a continuidade terapêutica nas férias não é replicar sessões em casa. Em vez disso, é:
Desta forma, a criança continua a praticar, mas dentro da vida real, com mais significado e menos pressão.
Antes de parar, vale a pena alinhar com a terapeuta:
Assim, a família não anda “às cegas”. Além disso, a criança sente mais consistência.
Em vez de “atividades longas”, funciona melhor:
Consequentemente, a criança adere mais facilmente e a família consegue manter.
As férias são ótimas para generalizar competências. Por exemplo:
Ou seja, a vida diária vira “terapia natural”, sem parecer tarefa.
Se a criança responde bem a:
então vale a pena manter essas ferramentas. Assim, a criança sente segurança, mesmo com mudanças.
Nas férias, o sono costuma ser o primeiro a desorganizar-se. Por isso:
Consequentemente, a família descansa mais e a criança regula melhor.
É especialmente útil falar connosco antes das férias se:
Assim, conseguimos definir objetivos realistas e um plano para casa, ajustado à vossa rotina.
Se a sua criança está em acompanhamento, fale connosco antes das férias para definirmos objetivos realistas e um plano simples para casa. Com pequenas rotinas e estratégias alinhadas com a terapeuta, é possível manter a continuidade terapêutica nas férias sem pressão.